“Parte da minha vida é escrever crônicas sobre as coisas que me passam pela cabeça segundo a lógica da associação livre de idéias. Quando jovem, Camus disse que sonhava com um dia em que escreveria simplesmente o que lhe desse na telha. Estou tentanto me aperfeiçoar nessa arte, embora ainda sinto-me amarrado por antigas mortalhas acadêmicas. Sinto-me como Nietzsche, que dizia Ter abandonado todas as ilusões sobre a verdade. Ele era nada mais que um palhaço, um poeta... O primeiro nos salva pelo riso. O segundo pela beleza”
(Rubem Alves)
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